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Resumo Simpósio de Câncer de Mama 2020 (SABCS)

Mamografia: mitos e verdades Para evitar as fake news

Mito: Mamografia é um exame sem eficácia comprovada.

Verdade:  A mamografia é o único exame que, quando realizado rotineiramente pela mulher a partir dos 40 anos, na ausência de quaisquer sintomas nas mamas, diminui o risco de morrer por um câncer de mama. Isso foi comprovado em grandes estudos realizados em mais de 500 mil mulheres, com redução da mortalidade entre 10% e 35% no grupo de mulheres que faziam mamografias regularmente comparado com as mulheres que não faziam. No Brasil, as sociedades médicas recomendam o rastreamento mamográfico anual para as mulheres entre 40 a 75 anos.

Mito: O autoexame é suficiente para detectar um câncer de mama.

Verdade: O autoexame só detecta um câncer de mama quando a doença está em uma fase adiantada, geralmente maior que 1-2 cm, enquanto exames de rastreamento detectam tumores em mulheres assintomáticas, nas quais a chance de cura é significativamente maior. Não há nenhum estudo que comprove que o autoexame pode substituir a mamografia, não devendo ser adotado como método de rastreamento.

 

Mito: É necessário rastreamento para câncer de mama em mulheres antes dos 40 anos.

Verdade: Exames de rastreamento rotineiros não são recomendados para mulheres com menos de 40 anos, já que o risco é considerado baixo. Além disso a mamografia é menos efetiva em mulheres jovens pelo fato do tecido mamário ser mais denso, o que diminui a capacidade do exame detectar anormalidades

 

Mito: Todos os cânceres de mama podem ser detectados na mamografia.

Verdade: Nenhum teste de rastreamento é perfeito e a mamografia não é exceção. Fatores como a densidade mamária e a idade influenciam a efetividade da mamografia, dificultando a detecção dos tumores. O rastreamento mamográfico tende a ser menos efetivo em mulheres mais jovens por possuírem mamas mais densas. Em torno de 25% dos cânceres de mama em mulheres entre 40 a 49 anos não são detectados pela mamografia e em torno de 10% não são detectados pela mamografia na faixa etária após 50 anos.

 

Mito: A radiação durante a mamografia pode causar câncer.

Verdade: A mamografia necessita de pouca radiação para ser executada O risco da exposição à esta radiação é baixo e o benefício em muito se superpõe ao risco. Além disso, nunca houve um caso de câncer de mama comprovadamente induzido por radiação da mamografia.

 

Mito: Não se pode realizar mamografia se tem implante mamário.

Verdade: Mulheres com próteses mamárias podem e devem fazer mamografias rotineiramente, sem risco de diminuição na sensibilidade do exame ou risco de rompimento ou deslocamento da prótese mamária.

Mamografia é eficaz!

Considerando os recentes vídeos disseminados nas mídias eletrônicas acerca da mamografia e seu papel na detecção e diagnóstico do câncer de mama, reiteramos em total concordância com a nota emitida pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) que:

  • No Brasil a mortalidade por câncer da mama continua aumentando, com diagnósticos sendo feitos em mulheres com tumores cada vez mais avançados. A dificuldade de acesso aos tratamentos e baixa adesão ao rastreamento mamográfico são as principais causas da alta mortalidade.

 

  • A mamografia a partir dos 40 anos é o único exame que, realizado de maneira sistemática, comprovadamente DIMINUI a mortalidade por diagnosticar a doença mais precocemente possível. Estudos com mais de 500 mil mulheres comprovaram uma redução da mortalidade de 10% a 35% nas mulheres que faziam rotineiramente a mamografia, sendo um consenso mundial sua recomendação. E não há comprovação de tumores de mama induzidos pela radiação da mamografia. O exame rotineiro da mamografia no Brasil é recomendado anualmente entre 40-75 anos de idade.

 

  • O autoexame é um exame de autoconhecimento da mulher e das modificações do seu seio, porém não é adequado para diagnóstico precoce, já que somente identifica tumores avançados.

Como oncologistas, entendemos o quanto um diagnóstico de câncer de mama impacta a mulher e sua família. Por este principal motivo, reiteramos que vídeos irresponsáveis que colocam em dúvida a mamografia podem gerar um enorme malefício. Se não for realizada, a chance de um diagnóstico precoce será eliminada, diminuindo as possibilidades de cura e, ainda, nos tumores de estágios mais avançados, serão necessárias cirurgias mais mutiladoras e tratamentos mais agressivos.

Mamografia: passado, presente e futuro

No Brasil e no mundo, uma em cada oito mulheres será diagnosticada com câncer de mama durante a vida. No entanto, as taxas de cura são crescentes e maiores do que nunca. Quando pensamos em como ter mais chances contra o câncer de mama, imediatamente falamos na mamografia, mas nem sempre foi assim.

Foi graças aos esforços incansáveis ​​feitos por médicos, engenheiros, ativistas e políticos que esta tecnologia atingiu seu fundamental papel na saúde feminina, resultando em significativa redução no risco de morte por câncer de mama.

Aqui está uma parte da fascinante e não tão breve história da mamografia, que em partes nos remete à própria condição humana, de incansável busca pela sobrevivência. Nos últimos 100 anos, avanços tecnológicos significativos ocorreram para ajudar os médicos no diagnóstico precoce do câncer de mama, aumentando assim as chances de cura, com notórios mais de 30% de redução no risco de morte pela doença.

Em 1913, dezoito anos após a descoberta do raio X, em 1895, Dr. Albert Salomon, um cirurgião alemão, iniciou um estudo em que usou esses raios recém-descobertos em 3.000 mastectomias, correlacionando o tecido cancerígeno já conhecido dessas amostras de mama às radiografias tiradas do mesmo seio. Ele descobriu microcalcificações e outras alterações nas imagens que estavam associadas ao câncer de mama. Foi da junção dessa brilhante ideia, com a não menos revolucionária descoberta do raio X, que surgiu a ferramenta que mudaria para sempre a história do câncer mais prevalente nas mulheres. Em 1949, Raul Leborgne, um radiologista do Uruguai, apresentou à comunidade médica a técnica de compressão da mama, que trouxe uma avaliação bastante melhorada, inaugurando o que chamamos de mamografia moderna. A partir daí, os avanços jamais pararam e os esforços de cientistas de diversos países resultaram em consecutivos aperfeiçoamentos da tecnologia. Na década de 60, o homem pisou na Lua pela primeira vez e mulheres do mundo todo receberam as primeiras unidades de mamografia disponíveis para a sua mais importante prevenção. Certamente, foi um grande marco da história da saúde feminina, e nos faz pensar que as mulheres também tiveram sua verdadeira “Apollo 11” naquela mesma década. À medida que a tecnologia avançou, a imagem digital tornou-se o método preferido de imagem da mama, por ser realmente ainda mais eficaz. Em 2000, foi aprovada a primeira unidade de mamografia digital e, uma década depois, veio a tecnologia de imagem de mama 3D, que rapidamente se mostrou superior à imagem digital e é amplamente utilizada hoje. A tecnologia por trás da mamografia evoluiu em paralelo com as necessidades das mulheres sendo rastreadas. No início, o foco era conscientizar as mulheres sobre os benefícios da triagem mamária de rotina. Nesse sentindo, o movimento ainda hoje conhecido como Outubro Rosa nasceu na década de 90, nos Estados Unidos, com a missão de promover ações de conscientização diretamente com o público. Era a vez dos ativistas entrarem em ação nessa história e exercerem um importante e duradouro papel. Esse movimento se espalhou rapidamente por todo o mundo e o seu impacto está ainda hoje entre as maiores ações socias da história da saúde humana.  Agora, os médicos e cientistas entendem cada vez mais sobre o câncer de mama. E as mulheres também sabem mais sobre a mamografia. Há um foco crescente em capacitar as mulheres para que participem de forma ativa no gerenciamento de  sua própria saúde e em aumentar a disponibilidade de acesso aos aparelhos de forma uniforme, para que a mamografia continue, todos os dias, mudando positivamente a história de mulheres ao redor do globo todo.

Mesmo com os benefícios citados, dados divulgados no ano passado pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) em parceria com a Rede Brasileira de Pesquisa em Mastologia demonstram que o  percentual de cobertura mamográfica de 2017 nas mulheres da faixa etária entre 50 e 69 anos, atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é o menor dos últimos cinco anos. Eram esperadas 11,5 milhões de mamografias e foram realizadas apenas 2,7 milhões, uma cobertura de 24,1%, bem abaixo dos 70% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Agende, faça sua mamografia, cuide de vc e de sua saúde!

Câncer de mama: descobrir cedo para tratar melhor e viver mais!

Câncer de mama: descobrir cedo para tratar melhor e viver mais!

O câncer de mama é, depois do câncer de pele, o de maior incidência. E mais importante, é o que mais mata as mulheres no mundo. Já se sabe que quanto mais cedo o diagnóstico é feito, melhor. Para isso, existem alguns tipos de exames de imagem, como a mamografia, o ultrassom e a ressonância. Cada um deles ajuda de uma maneira diferente.

É chamado de rastreamento o exame feito para detectar o câncer quando ele ainda está na sua fase inicial, sem nenhum sinal o sintoma aparente. Na maioria dos tipos de câncer ainda não existe como fazer isso, mas, no caso da mama, a mamografia já é conhecida por reduzir em mais de 30% a mortalidade pelo câncer, principalmente em mulheres entre 50 e 69 anos. E por que é importante descobrir mais cedo? Porque quanto mais inicial, mais fácil de tratar e, também de curar.

De forma geral, para a maioria das mulheres, a mamografia é indicada a partir dos 50 anos até os 75 e deve ser feita anualmente ou a cada 2 anos. Entre 40 e 50 e após 75 anos, a questão ainda é duvidosa e muitas vezes depende de uma conversa bem feita com o médico, já que os estudos mostram um benefício pequeno e menos significativo. Vale lembrar também que, quando se faz o exame, há uma boa chance de ele estar alterado sem que a mulher realmente tenha câncer, o chamado falso-positivo. Isso muitas vezes traz ansiedade e até procedimentos desconfortáveis, como punções ou biópsias.

Para algumas mulheres, porém, os exames podem ser ainda mais importantes, mesmo nas mais jovens, pois elas têm maior risco de desenvolver câncer de mama. Para saber desse risco maior, os médicos usam alguns critérios que dependem, principalmente da história de tumores na família. O principal motivo para o risco de uma mulher ser aumentado é a mutação em um gene chamado BRCA (o mesmo da Angelina Jolie, lembra?), que ocorre em algumas famílias e, geralmente, com várias parentes afetadas. Quando esse gene está alterado, a pessoa tem indicação de começar mais cedo a fazer exames para rastrear o câncer (geralmente antes dos 35 anos) e também a utilizar outros métodos.

O resultado da mamografia geralmente vem descrito em uma escala chamada BIRADS, que vai de 0 a 6. Essa nota depende da chance da alteração detectada ser realmente câncer, e guia o médico para definir o que se fazer em seguida. Quanto mais alto (exceto o 0), maior a chance de se precisar de uma biopsia, de repetir a mamografia mais cedo ou de pedir outros exames para melhor caracterização.

E esses outros exames, como o ultrassom e a ressonância, para que eles servem?

Antes de tudo, deve-se lembrar que a mamografia é o exame que mais mostrou redução da mortalidade e o primeiro a ser feito. Mesmo assim, ela pode não detectar até 20% dos tumores (com resultado falso-negativo). Principalmente em mulheres com alto risco de câncer ou com mamas mais densas é que os outros métodos mais ajudam.

O ultrassom é um exame mais demorado e depende muito do médico que está fazendo. Ele é utilizado, geralmente, para mamas mais densas, ou seja, com menos gordura e mais glândulas, pois a mamografia é menos eficaz nesses casos. Vale lembrar que a densidade da mama é melhor descrita pela própria mamografia, não pelo exame físico (toque das mamas). Entretanto, na maioria das vezes as mulheres mais jovens são as que tem maior densidade mamária. O ultrassom também é muito utilizado quando se acha uma alteração na mamografia ou detecta-se um nódulo palpável e, portanto, se quer ver melhor a mama ou mesmo fazer uma biopsia. Nesse caso, o ultrassom ajuda a ver o tamanho e a extensão do tumor, além de avaliar os gânglios na axila, auxiliando na definição do tratamento a ser feito.

Já a ressonância é um outro exame caro, mais difícil e demorado, com mais contraindicações (objetos metálicos no corpo, por exemplo) e que, portanto, é reservado para rastrear mulheres de risco mais alto. Em casos especiais, o exame pode ser feito em alternância com uma mamografia. Adicionalmente, a ressonância também ajuda a detectar tumores ocultos e caracterizar melhor a mama de uma mulher com um câncer já diagnosticado, a fim de programar a cirurgia e avaliar se há outros focos do tumor.

Então é isso! Vimos hoje que o rastreamento do câncer de mama é importante para as mulheres depois dos 40 ou 50 anos e que ele geralmente é feito por mamografia. Mas sabemos também que, em algumas situações especiais, o médico pode precisar lançar mão de outros exames, como ultrassom e ressonância, para ajudar na investigação. O mais importante de tudo é ter um acompanhamento rotineiro com seu ginecologista, conversar com ele sobre o seu perfil e como o rastreamento deve ser feito para VOCÊ! Assim, é possível descobrir mais cedo, tratar melhor e viver mais!

 

 

Câncer de MAMA: O que você sabe sobre este tema?

Estamos em outubro, o mês que acolheu de forma especial o conhecido movimento outubro ROSA, nascido na década de 1990 para estimular a participação da população no controle do câncer de mama.

De lá pra cá o movimento salvou milhões de vida ao redor do globo.

Para aquecer a nossa conversa sobre o assunto, separamos 10 fatos importantes sobre o câncer de MAMA:

  • 1 em cada 8 mulheres nascidas hoje irão desenvolver câncer de MAMA durante a vida.
  • Cerca de 85% dos casos de câncer de MAMA acontecem em mulheres que não tem nenhum antecedente familiar de câncer de MAMA.
  • Hoje, uma mulher diagnosticada com câncer de MAMA em sua fase mais inicial tem aproximadamente 90% de chance de ser curada.
  • Cerca de 5 a 10% das pacientes com câncer de MAMA tem a forma hereditária da doença, como a presença de alterações nos genes BRCA1/2.
  • Homens também podem ter câncer de MAMA, sendo bem mais raro, 1 em cada 1.000 homens podem desenvolver a doença.
  • No ano de 2016 foram estimados aproximadamente 58.000 novos casos de câncer de MAMA no Brasil, sendo 28% de todos os novos casos de câncer diagnosticados no mesmo ano.
  • De acordo com os dados populacionais da região metropolitana de Campinas estima-se cerca de 1120 casos novos de câncer de mama por ano.
  • Estima-se que 30% dos casos de câncer de mama possam ser evitados quando são adotadas práticas saudáveis.
  • Mulheres obesas tem 2X mais risco de desenvolver câncer de MAMA.
  • O uso da mamografia como rastreamento é a medida mais efetiva para reduzir a mortalidade pelo câncer de MAMA.
  • O câncer de MAMA é ainda a principal causa de morte por câncer feminino no Mundo todo.

Agora que você já está mais por dentro do assunto, vamos às perguntas principais:

Quais são os sinais ou sintomas de um câncer de MAMA?

Em sua fase mais inicial o câncer de MAMA não gera nenhum sintoma, por isso os testes de rastreamento, como a mamografia se fazem tão importantes.

No entanto, uma grande parte dos tumores de MAMA são palpados e percebidos pela própria mulher, sendo que devemos estar atentas aos seguintes sintomas:

  • Caroço (nódulo) geralmente indolor.
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.
  • Alterações no bico do peito (mamilo).
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço.
  • Saída de líquido anormal das mamas.
  • Mudança no formato das mamas, com assimetrias.

Como é possível prevenir um câncer de MAMA?

Toda mulher gostaria de saber o que pode fazer para reduzir o risco de ter câncer de MAMA.

Sabendo que 30% dos casos de câncer de mama são preveníveis, e uma minoria dos casos é do “tipo hereditário”, existe muito que você possa fazer.

Por isso, no outubro ROSA e no ano inteiro você deve viver com qualidade de vida! A alimentação saudável, rica em verduras e legumes, e pobre em gorduras e carboidratos ajudam a manter o peso ideal e reduzem drasticamente o risco de ter câncer de MAMA.

Outra atitude que já demonstrou grande impacto na redução da incidência do câncer de MAMA, ou mesmo redução significativa de recaída de câncer nas mulher que já o tiveram, é a prática de atividade física.Praticar atividade física por 150 minutos na semana tem se mostrado como o mais importante fator no combate ao câncer de MAMA.

Que exame devo fazer para detectar precocemente um câncer de MAMA, e com qualidade devo começar?

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos antes mesmo do surgimento de qualquer sintoma.

Encontrar um câncer no início significa ter um tratamento menos agressivo, além de reduzir consideravelmente a chance de morrer por câncer de mama, em função do tratamento precoce.

A mamografia é a principal ferramenta para o rastreamento e diagnóstico precoce do câncer de MAMA, sendo fundamental na redução da mortalidade pela doença.

Segundo recomendações do Ministério da Saúde e do INCA, é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Nessa faixa etária a redução do risco de morte por câncer de MAMA através do diagnóstico mamográfico chega a 40%.

A mamografia abaixo dos 40 anos não se mostra efetiva no rastreamento, em grande parte isso ocorre por conta das características das mamas de mulheres jovens, comprometendo a eficácia desse exame.

Existe uma grande controvérsia na indicação da mamografia como rastreamento entre os 40 e 50 anos, sendo que a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda o exame de mamografia em mulheres a partir de 40 anos e com periodicidade anual.

Mulheres com risco elevado para câncer de mama, com história familiar de câncer de MAMA, devem conversar com o seu médico para avaliação individual de risco, e planejamento individualizado de exames de imagem preventivos.

Lugar de Mulher é onde ela quiser, desde que cuide do próprio corpo e de sua saúde.

O Diagnóstico precoce continua sendo o ideal para as mulheres, converse com seu médico, tire suas dúvidas e cuide de você mesma.

Esse texto tem como objetivo alertar a população. Para mais detalhes procure seu médico.

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