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Lavar as mãos hoje e sempre!

Lavar as mãos é um ato básico do nosso cotidiano, que aprendemos desde a infância!  Mas, nem sempre foi assim… a conhecida história do Dr. Ignaz Semmelweis, médico húngaro que, em 1847, percebeu que havia menos mortes das crianças ao nascimento e menor número de complicações infecciosas pós-parto das mães que eram assistidas pelas mãos limpas das parteiras do que daquelas vindas das mãos dos médicos. Percebeu, então, que, de alguma maneira, o ato da lavagem das mãos assegurava a vida da mãe e da criança. Obviamente, apenas nas décadas seguintes, com a evolução das pesquisas sobre micro-organismos, que a prática da higienização de mãos passou a ser difundida pelos profissionais de saúde e a ser adotada cada vez mais pelas instituições. Ao fim do século XIX já era um protocolo de praticamente todas as unidades de saúde.

Em 15 de outubro de 2008 uma iniciativa público-privada criou o Dia Mundial da Lavagem das Mãos (Global Hand Washing Day). Uma campanha educativa pela lavagem das mãos de forma correta, com água e sabão, com o objetivo de diminuir o número de doenças e até de mortes causadas por doenças infecciosas.

A lavagem das mãos é, sem dúvida, a rotina mais simples, mais eficaz, e de maior importância na prevenção e controle da disseminação de infecções, devendo ser praticada por todos!

Ficam algumas dicas: lavar as mãos antes de comer, de beber ou de manusear alimentos; ao chegar em casa, ao utilizar o banheiro, ao coçar nariz e olhos e ao espirrar; ao término de cada tarefa, ao término de sua jornada de trabalho e após brincar com aninais!

Utilize água corrente e sabão.

O ideal é retirar anéis, pulseiras e relógio.

Lave também os antebraços.

Lave por 15 segundos, ao menos.

Mais de um século após a descoberta de Semmelweis sobre a importância da lavagem das mãos, ainda precisamos reforçar este ato.

Portanto, pela sua saúde, pela saúde de nossas crianças e entes queridos, LAVE AS MÃOS, SEMPRE!

E compartilhe este ato.

15 de maio: Dia Internacional da Família

Família como unidade propulsora no tratamento do paciente oncológico

Existe uma relação mútua entre saúde e família que nos leva a refletir como uma doença como o câncer pode trazer a ruptura deste cenário. Como consequência, uma série de repercussões acontecem nessas famílias e sabemos que sua presença é primordial no   tratamento do seu ente querido nesta jornada.

O câncer coloca o indivíduo e seus familiares em condição de fragilidade. É compreensível que ocorram dificuldades em lidar com a doença, com o tratamento e com o paciente, gerando estresse, tensão e conflitos. Uma das maneiras de se tentar anemizar todos estes desafios é por meio da compreensão da doença e de como será o tratamento.

Passado o choque inicial do diagnóstico, a fase de aceitação dos familiares é fundamental para que o paciente também aceite a doença. Juntos irão construir um ambiente propício e acolhedor para que o tratamento transcorra da melhor forma possível. Diminuir o sofrimento psicológico e emocional de ambos os lados também é importante para se dar espaço às ações que devem ser prestadas ao plano terapêutico do paciente. Quando a família está bem informada, tem maiores condições de participar do tratamento e agir de forma coerente e participativa com a equipe de saúde.

Aos poucos, novas rotinas vão surgindo, novas situações são colocadas à prova. Alguns conseguem lidar com estas novas situações de forma mais amena, mais resolutiva e acabam assumindo posições novas neste núcleo familiar. Este fato muitas vezes traz o sentimento de alívio e esperança para seus demais entes.

Momentos leves e de descontração vão surgir no decorrer da jornada. Estratégias de enfrentamento da doença vão surgir também. Juntos será mais fácil, por mais dolorido que seja.

E como fazer para esta engrenagem funcionar? Como a família pode ajudar? Ficar atento aos cuidados de higiene do paciente, estimular a alimentação, auxiliar na locomoção e atividades físicas quando possível. Estimular o riso e o sorriso: um bom filme, uma boa música, talvez. Não se esquecer da vaidade, do perfume ou da maquiagem. Ficar atento às medicações e orientações médicas e manter uma comunicação alinhada com a equipe o acompanha.

A partir do momento em que a família se alia ao tratamento do paciente, ambos saem ganhando. O paciente adquire mais confiança em seus familiares, fortalecendo os laços de parceria e companheirismo, enquanto a família aprende a se reorganizar numa ajuda mútua.

É possível, então, que se estabeleça um novo lar!