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Mostre-me a evidência – DIU aumenta o risco de câncer de mama?

Recentemente, um artigo publicado no JAMA, referente a um estudo realizado na Dinamarca, gerou alarde entre as mulheres, já que – supostamente – alegava que mulheres usuárias de DIU (Dispositivo intraureterino com liberação de levonorestrel/progesterona) teriam um risco de 40% de ter câncer de mama.

O uso de sistemas intrauterinos (DIU) que liberam levonorgestrel tem aumentado e é a forma preferida de contracepção hormonal entre mulheres dinamarquesas pré-menopáusicas com mais de 30 anos. No entanto, a associadação do DIU ao risco de câncer de mama não é clara. Alguns artigos tentaram correlacionar os dois, mas não levaram em conta o uso prolongado do DIU e uso de contraceptivos orais.

O estudo em questão analisou um total de 78.595 novas usuárias de DIU e 78.595 não-usuárias de contraceptivos hormonais. Durante um acompanhamento médio de 6,8 anos, 1.617 participantes foram diagnosticadas com câncer de mama: 720 usuárias de DIU e 897 não-usuárias. A idade média (DP) dos participantes foi de 38 (7,7) anos.

O risco de câncer de mama ao longo do tempo (HR) foi de 1,4 (IC 95%, 1,2-1,5) com uso de DIU em comparação com não uso de contraceptivos hormonais. Para 0 a 5, mais de 5 a 10 e mais de 10 a 15 anos de uso, os HRs foram 1,3 (IC 95%, 1,1-1,5), 1,4 (IC 95%, 1,1-1,7) e 1,8 (IC 95%, 1,2-2,6), respectivamente, comparados com as durações correspondentes de não uso. O teste para tendência não foi estatisticamente significativo (P = 0,15).

Portanto, este estudo dinamarquês encontrou uma associação entre o uso de DIU e o aumento do risco de câncer de mama em mulheres de 15 a 49 anos, em comparação com não usuárias. Embora o risco absoluto de câncer de mama seja baixo em mulheres jovens, este estudo encontrou um risco adicional de 14 por 10.000 mulheres. O risco não aumentou com a duração do uso.

O que isso significa? Embora o estudo tenha mostrado um aumento do risco em usuárias de DIU com liberação de levonorgestrel, o risco absoluto continua muito baixo. Não se trata de um aumento de 40% no total de casos de câncer de mama, mas, sim, de um risco 40% maior em comparação com quem não usa o DIU. Por exemplo, se uma mulher tivesse 1% de risco de desenvolver câncer de mama, esse risco aumentaria para 1,4% com o uso do DIU. Além disso, vários fatores podem influenciar esses resultados, como o fato de que mulheres que usam DIU tendem a ter menos filhos e amamentar menos, além de outros possíveis fatores de confusão.

O ideal é sempre entender que nenhum método contraceptivo é isento de riscos, e essa discussão entre risco/benefício sempre deve ser levada em conta, mas sem alarmismo. Converse sempre com seu ginecologista ou oncologista para que seja escolhido o melhor método contracepcional em cada caso.

19 de janeiro – Dia do Terapeuta Ocupacional e 20 de janeiro – Dia do Farmacêutico: Multidisciplinaridade: importância da terapia ocupacional e do farmacêutico na rotina do oncologista

A prestação da assistência ao paciente oncológico inclui várias especialidades integradas, dentre as quais podemos citar os serviços de diagnóstico, cirurgia oncológica, oncologia clínica, radioterapia, medidas de suporte (nutricional, psicológico, terapia ocupacional), reabilitação (fisioterapia, fonoaudiologia) e cuidados paliativos. Para que o atendimento integral a esse paciente seja eficiente, se faz necessária a integração e reciprocidade entre esta equipe multidisciplinar, em que cada profissional contribui com suas habilidades. Desta forma, cabe aqui falarmos um pouco da importância do farmacêutico e da terapia ocupacional.

Desde a década de 90, o papel do farmacêutico na equipe multidisciplinar de terapia antineoplásica vem se fortalecendo e ocupando um importante espaço no tratamento do câncer e na atenção ao paciente oncológico. Resoluções do CFF e da Anvisa tornaram privativa ao farmacêutico a manipulação de medicamentos citotóxicos e, desde então, novas diretrizes foram desenvolvidas.

O farmacêutico garante toda a cadeia medicamentosa para o tratamento do câncer, atua na manipulação visando preservar as características do produto e garantir a esterilidade da operação, gerencia os medicamentos utilizados nas diferentes etapas e ainda garante que os procedimentos sejam realizados de maneira adequada, conforme os protocolos e doses prescritas. Além disso, o farmacêutico se tornou responsável por toda gestão da farmácia clínica, pois é um profundo conhecedor dos fármacos e isso o possibilita acompanhar o resultado do tratamento. Neste contexto, nossa responsabilidade é evitar danos por erros de medicação e, assim, garantir a segurança do paciente.

Selecionar e padronizar medicamentos que atendam aos protocolos clínicos da instituição é a primeira etapa, que exige responsabilidade para garantir que os produtos atenderão às exigências legais. Garantir a divulgação das informações sobre medicamentos, como sua farmacodinâmica e farmacocinética, interações medicamentosas, meia vida dos fármacos, reações adversas e compatibilidades físico-químicas, auxiliam a equipe multidisciplinar nas tomadas de decisões sobre a terapia antineoplásica. O preparo e a manipulação são fundamentais para diminuir os riscos associados ao manejo desses medicamentos, além de prevenir erros como seleção errônea do diluente.

O paciente oncológico é um potencial candidato a desenvolver importantes reações adversas em razão da poliquimioterapia a que está submetido, ao baixo índice terapêutico dos fármacos, ao tratamento prolongado, entre outros. Torna-se imprescindível, portanto, o acompanhamento da farmacovigilância nestes casos, contribuindo, desta forma, para reduzir as taxas de morbidade e mortalidade relacionadas ao uso de medicamentos, associado à detecção precoce de problemas relacionados à segurança.

Já a prática da terapia ocupacional em oncologia cuida não somente do corpo, mas também da alma e equilíbrio dos pacientes. Atualmente, o papel do terapeuta ocupacional é ligado à intervenção em saúde, em educação e na esfera social. Seu objetivo é focado em proporcionar melhor bem-estar e qualidade de vida a pacientes que apresentam limitações funcionais e/ou dificuldades na inserção e participação da vida social.

As intervenções em terapia ocupacional têm como foco principal as atividades cotidianas e ocupações, elemento centralizador e orientador, na construção complexa e contextualizada do processo terapêutico, facilitando e garantindo o desempenho do sujeito nas suas atividades e ocupações e na manutenção de sua participação ativa na vida.

A terapia ocupacional está inserida nos diversos serviços ofertados, participando da atividade de acolhimento multiprofissional, atendimento ambulatorial, acompanhamento de pacientes internados e, quando necessário, visitas domiciliares.

Especificamente na oncologia, como exemplo, a terapia ocupacional pode orientar a realização de atividades que ajudam a controlar dores e incômodos, sejam elas monitoradas ou não. Muitas vezes, o câncer, os tratamentos e os procedimentos realizados podem deixar sequelas no paciente e, assim, o trabalho estará voltado para a melhora da capacidade motora (força, amplitude de movimento, coordenação, destreza), a prevenção e/ou minimização de deformidades. E o objetivo maior deve estar na qualidade de vida global do paciente com câncer, para permitir a ele a realização de suas atividades significativas, de maneira autônoma.

Além disso, nos estágios terminais da doença e no momento da morte, o terapeuta ocupacional, terá o papel de dar continuidade aos sentidos que a vida tem para o paciente, mesmo que esta vida seja de poucos dias. Toda a atuação estará voltada a adicionar vida aos dias remanescentes do paciente.

Portanto, sabemos que o câncer implica em rupturas na vida do indivíduo acometido pela doença: o tratamento passa a ocupar posição central no cotidiano, a rotina se transforma, alguns projetos precisam ser adiados. Muitas vezes há dores e outros sintomas, decorrentes da doença e/ou do tratamento, que impossibilitam ao sujeito plena autonomia e independência na realização de suas tarefas e ocupações. Desta forma, sabemos que um trabalho multidisciplinar, é de suma importância, para que a jornada do paciente oncológico seja mais fácil e o tratamento realizado de forma mais adequada e com menos riscos e toxicidades.

 

Câncer ósseo não é metástase óssea

Julho também é conhecido como o mês de conscientização do câncer ósseo. Os cânceres ósseos primários incluem osteossarcoma, sarcoma de Ewing e condrossarcoma, estes afetam principalmente crianças e adolescentes. Já o mieloma múltiplo, afeta principalmente adultos. Eles representam menos de 1% dos cânceres diagnosticados a cada ano e estão associados à morbidade e mortalidade significativas. Podem ser localizados em qualquer osso; entretanto é frequentemente encontrado em ossos mais longos, como o fêmur (localizado na coxa) e na tíbia (localizado na perna), próximo dos joelhos, em que acontece mais crescimento dos membros.

O diagnóstico oportuno é desafiador devido à apresentação tardia do paciente, sintomas inespecíficos que simulam lesões musculoesqueléticas comuns e baixa suspeita pelos médicos. Os sinais podem incluir dor persistente nos ossos, inchaço, fraturas ósseas inexplicáveis e fadiga. A radiografia simples é o teste diagnóstico preferido. A suspeita radiográfica de malignidade óssea deve levar ao encaminhamento rápido a um centro oncológico para atendimento multidisciplinar.  O tratamento deles geralmente envolve quimioterapia  em combinação com a cirurgia, que melhorou as taxas de sobrevida em quase 80% para pacientes com doença localizada. 90% a 95% dos pacientes não necessitam de amputação de membro.

É importante salientar que as neoplasias ósseas primitivas estão entre as cinco mais frequentes na faixa etária entre 5 a 15 anos. Em casos de lesão óssea acima dos 40 anos, a primeira suspeita é de estarmos diante de uma lesão óssea metastática.

Os tumores mais incidentes tanto na população feminina quanto masculina – como câncer de mama, próstata e pulmão – são os que tem maior predileção para darem metástases ósseas, ou seja, podem se espalhar para os ossos. Por isso, sempre que presente uma lesão óssea suspeita deve-se investigar os sítios primários mais comuns já citados anteriormente, para que se faça exames de imagem e biópsia, afim de identificar se é um tumor ósseo primário ou metástase óssea proveniente de outro tumor.

É de suma importância que as pessoas estejam cientes dos sintomas relacionados aos tumores ósseos e que procurem assistência médica se apresentarem algum deles. O diagnóstico precoce pode levar a um tratamento mais eficaz e melhores resultados para os pacientes.

 

Dia Internacional do Yoga – Buscar bem-estar físico e emocional no adoecimento é importante para melhorar a qualidade de vida durante e após o tratamento

Já não é de hoje que é de amplo conhecimento que práticas de atividade física regulares e hábitos de vida saudável estão relacionados tanto com a prevenção de alguns tipos de câncer quanto com a diminuição da recorrência em pacientes que já foram tratados.

O exercício físico também se mostra benéfico como auxílio em tratamentos como no intuito de aumentar a capacidade pulmonar para cirurgias em pacientes com câncer de pulmão e de suma importância para auxílio de prevenção e manutenção de massa óssea em pacientes com câncer de mama e próstata, quando ficam por longos períodos em tratamentos em que há supressão hormonal.

Também é de conhecimento geral que pacientes com câncer muitas vezes experimentam sensações e sentimentos desagradáveis e incômodos, sejam físicas, pela própria doença ou pelos efeitos do tratamento, ou emocionais, com aumento de ansiedade, angústia e sintomas depressivos.

Neste sentido, buscar maneiras de bem-estar físico e emocional dentro das condições que o adoecimento traz são medidas importantes para melhorar a qualidade de vida durante e após o tratamento.

Levando a essa necessidade de unir, corpo e mente, surge o yoga ou ioga. A palavra significa controlar, unir. É um termo de origem sânscrita, uma língua presente na Índia, em especial na religião hinduísta. Yoga é um conceito é uma filosofia, que trabalha o corpo e a mente por meio de disciplinas tradicionais de quem a pratica.

De fato, o yoga tem sido cada vez mais praticado por pacientes com câncer como terapia para redução de estresse, controle de humor, melhora dos sintomas e da qualidade de vida.

Em 2011, um dos maiores centros de Oncologia do mundo, o MD Anderson Cancer Center, realizou um estudo com portadoras de câncer de mama, mostrando que a prática do Yoga, além de reduzir os níveis de cortisol (hormônios do estresse), promoveu a melhora no funcionamento do organismo das mulheres como um todo. Aumentou a capacidade de executar as tarefas do dia-a-dia, reduziu o cansaço e fez com que elas ‘encarassem’ a doença com menos sofrimento.

Ainda, segundo o estudo, a prática do Yoga estimulou a produção de um neurotransmissor conhecido como GABA, que está ligado à depressão e outros transtornos de ansiedade, quando em baixos níveis.

Além de contribuir para a redução da secreção de cortisol, a prática do yoga também foi associada a redução na secreção de citocinas pró-inflamatórias e a melhora no funcionamento do sistema imune.

Também já sabemos que a insônia é um problema que aflige muitas pessoas pelo mundo, incluindo pacientes com câncer. E o yoga mostrou benefício neste cenário.

A filosofia do yoga envolve outros aspectos além dos exercícios de postura e respiração, incluindo mudanças relacionadas à alimentação, à prática de atividade física, à abstenção de hábitos maléficos à saúde (como tabagismo), e relacionamentos interpessoais. Intervenções mais amplas em termos de estilo de vida parecem ser mais eficazes quando associadas ao tratamento tradicional do câncer, e tem maior potencial de benefícios a longo prazo.

Assim, o aconselhamento dos pacientes com diagnóstico de câncer deve sempre levar em conta que a combinação de intervenções relacionadas ao estilo de vida (dieta, atividade física, redução de estresse, suporte social) leva aos melhores resultados.

Em dezembro de 2014, a ONU declarou o dia 21 de junho como o Dia Internacional do Yoga, como intenção de levar a mais pessoas o conhecimento sobre uma ferramenta simples e acessível, capaz de trazer relaxamento e tonicidade ao corpo e positividade à mente, além de melhorar a memória, concentração, criatividade, disposição física e o nível de energia vital como um todo.

Visto isso, é possível ter qualidade de vida e câncer ao mesmo tempo e o yoga pode ser uma saudável, bem-vinda e importante aliada nesse processo.

 

Referências:

  1. Mao JJ, Palmer CS, Healy KE, et al. Complementary and alternative medicine use among cancer survivors: a population-based study. J Cancer Surviv. 2011 Mar;5(1):8-17.
  2. Vadiraja HS, Raghavendra RM, Nagarathna R, et al. Effects of a yoga program on cortisol rhythm and mood states in early breast cancer patients undergoing adjuvant radiotherapy: a randomized controlled trial. Integr Cancer Ther. 2009 Mar;8(1):37-46.
  3. Carlson LE, Speca M, Patel KD, Goodey E. Mindfulness-based stress reduction in relation to quality of life, mood, symptoms of stress and levels of cortisol, dehydroepiandrosterone sulfate (DHEAS) and melatonin in breast and prostate cancer outpatients. 2004 May;29(4):448-74.
  4. Rao RM, Nagendra HR, Raghuram N, et al. Influence of yoga on mood states, distress, quality of life and immune outcomes in early stage breast cancer patients undergoing surgery. Int J Yoga. 2008 Jan;1(1):11-20.
  5. Cramer H, Lauche R, Klose P, et al. Yoga for improving health-related quality of life, mental health and cancer-related symptoms in women diagnosed with breast cancer. Cochrane Database Syst Rev. 2017 Jan 3;1(1):CD010802.
  6. Buffart LM, van Uffelen JG, Riphagen II, et al. Physical and psychosocial benefits of yoga in cancer patients and survivors, a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. BMC Cancer. 2012 Nov 27;12:559.
  7. Janelsins MC, Peppone LJ, Heckler CE, et al. YOCAS©® Yoga Reduces Self-reported Memory Difficulty in Cancer Survivors in a Nationwide Randomized Clinical Trial: Investigating Relationships Between Memory and Sleep. Integr Cancer Ther. 2016 Sep;15(3):263-71.
  8. Raghavendra RM, Nagarathna R, Nagendra HR,. Effects of an integrated yoga programme on chemotherapy-induced nausea and emesis in breast cancer patients. Eur J Cancer Care (Engl). 2007 Nov;16(6):462-74.
  9. Knoerl R, Giobbie-Hurder A, Berfield J, et al. Yoga for chronic chemotherapy-induced peripheral neuropathy pain: a pilot, randomized controlled trial. J Cancer Surviv. 2021 Sep 15:1–10.

 

Higienização das mãos e o paciente com câncer: muito além da COVID-19

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), recomenda-se que a lavagem das mãos seja feita de modo frequente e ao longo do dia. Pesquisas mostram que essa prática pode reduzir doenças relacionadas às diarreias entre 30% e 40% e às infecções respiratórias em até 20%.

Anualmente, no dia 5 de maio, comemora-se o Dia Mundial da Higienização de Mãos. Esta é uma campanha liderada pela OMS, visando a prevenção da transmissão de infecções, relacionadas a assistência à saúde.

É de conhecimento geral que um dos temas muito abordados durante a pandemia de SARS-COVID foi sobre a correta higienização das mãos para a prevenção da transmissão do vírus. Diversos estudos mostraram a maior adoção e preocupação na higienização das mãos e de forma correta após a pandemia.

Sabemos também que esse é um tema de suma importância para os pacientes oncológicos, já que eles, durante alguns tratamentos, podem ter queda da imunidade, o que propicia a infecção por doenças tanto virais quanto bacterianas. Desta forma, a prática da higienização das mãos é uma medida rápida, barata, segura e eficaz para diminuição dessas infecções.

Para os profissionais da saúde, a Anvisa preconiza cinco momentos para a higienização das mãos: antes de tocar o paciente, antes de realizar procedimento limpa/asséptico, após o risco de exposição a fluídos corporais, após tocar o paciente e após tocar superfícies próximas ao paciente

Além disso o protocolo novo da Anvisa para reduzir a carga microbiana das mãos orienta a utilização de gel alcoólico a 70% ou de solução alcoólica a 70% com 1-3% de glicerina para substituir a higienização com água e sabão quando as mãos não estiverem visivelmente sujas. Duração do procedimento: 20 a 30 segundos. Caso seja optado pela lavagem com água e sabão, o procedimento deve durar entre 40-60 segundos.

Se você faz parte do grupo de risco ou está passando por algum tratamento ou, ainda, convive ou trabalha com alguém de risco, você também deverá adotar essas medidas de prevenção como parte da sua rotina diária.

 

Referências:

  1. WHO document: Evidence of hand hygiene to reduce transmission and infections by multidrug resistant organisms in health-care settings. Accessed March 2, 2022. http://www.who.int/gpsc/country_work/en/.
  2. Pada S, Chee P, Rathenam S, et al. Effectiveness of a Ward level target accountability strategy for hand hygiene. Antimicrob Resist Infect Control. 2019;15(8):177. [PMC free article] [PubMed] [Google Scholar]
  3. https://www.anvisa.gov.br/hotsite/higienizesuasmaos/index.htm